Casa da Mãe Joana: FEJAL-CESMAC vira empresa privada com nepotismo e altos salários para família do reitor

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O que era para ser uma instituição filantrópica voltada ao ensino superior em Alagoas, a Fundação Educacional Jayme de Altavila (FEJAL) – mantenedora do CESMAC – acabou se transformando, segundo denúncias de bastidores, em um verdadeiro negócio de família.
Na prática, o que se vê é um modelo de “Casa da Mãe Joana” onde cargos estratégicos, altos salários e privilégios parecem estar reservados a parentes do atual reitor e figuras próximas à cúpula administrativa.
Enquanto estudantes reclamam das mensalidades consideradas abusivas como os cursos de medicina e odontologia e professores questionam as condições de trabalho, a estrutura interna do CESMAC lembra mais uma empresa privada voltada ao enriquecimento de um clã específico do que uma fundação de interesse público.
Especialistas em direito educacional alertam: uma fundação filantrópica não pode ser tratada como propriedade particular. Porém, os indícios apontam para nepotismo descarado, contratação de familiares em postos-chave e uma folha de pagamento milionária sustentada pelo bolso de milhares de alunos.
Ex-dirigentes estudantis reforçam que é urgente abrir a caixa-preta financeira da FEJAL, para que a sociedade saiba quanto entra, quanto sai e principalmente quem está ficando com a maior fatia do bolo.
O Observatório Politico e Social promete apresentar um dossiê que afeta diretamente os dirigentes da Instituição de Ensino Superior com denúncias esquecidas desde de Jayme Lustosa de Altavila, Hermes Fonseca e José Damasceno Lima, inclusive como esse último foi retirado da direção, além da arquitetada e conspiratória Assembleia Geral que deliberou pela criação de uma Comissão Especial de Inquérito – CEI, instituída pela Portaria no 054 de 01/09/2003.
A pergunta que ecoa nos corredores é: até quando o CESMAC continuará funcionando como um império privado disfarçado de instituição comunitária?
 

FONTE: Por Assessoria